Plano de Atendimento Educacional Especializado
2. Relato do problema
Gugu é uma criança que apresenta Disritmia Cerebral, segundo o laudo médico adquirida em conseqüência da falta de oxigênio na hora do parto.
Gugu iniciou sua escolaridade aos 04 anos de idade na educação Infantil, em uma escola comum, Sua escolaridade tem sido marcada por muitas dificuldades para se socializar na escola, por causa de sua agressividade com os colegas e professores e pelo o uso constante de medicamentos que o deixa sonolento chegando a dormir dentro da sala de aula e mesmo recebendo acompanhamento de especialistas como: Fonoaudiólogo, Neurologista e Psicólogos oferecidos pelo centro de atendimento especializado “Dom Bosco”, ele não desenvolveu a comunicação oral, o que deixa os pais muito frustrados por sentirem a dificuldade que as pessoas têm para se comunicar com seu filho e os pais desejam que o filho aprenda a utilizar a Língua de Sinais, uma vez que ele já utiliza alguns gestos para comunicar-se com os pais, para que então possa também interagir na sociedade, já que o filho gosta de ir à escola.
Gugu é de uma família de classe economicamente favorável, é o primeiro dos dois filhos do casal. Os pais estão muito desanimados por não perceberem nenhum avanço escolar do filho, já que ele está a dois anos cursando a mesma série e neste ano a sua freqüência escolar é mínima devido à criança não saber usar o banheiro, fazer uso de fraldas e a mãe precisar ir à escola toda vez que ele necessita de fazer higiene fisiológica. Já que a escola não dispõe de apoio de recursos humanos para atender crianças com deficiência e também por ter aumentado a dose dos medicamentos. Os pais têm muita dificuldade para acordá-lo cedo para ir à escola. Uma vez que a escola de Gugu não tem primeiro ciclo no turno da tarde.
Gugu desloca-se muito na sala de aula e gosta de estar sempre fora da sala, tem dificuldade de concentração tarefas, é agitado, desatento. A professora se sente impotente diante da situação por não conseguir se comunicar com Gugu e fazê-lo alcançar a aprendizagem escolar e também por ter uma sala de aula com 30 alunos o que torna difícil dar uma atenção mais especial para ele. O aluno apresenta dificuldade na coordenação motora fina, no desenvolvimento cognitivo, na comunicação e na sociabilidade/afetividade tanto com adultos como com crianças até porque seus colegas de sala são mais novos que ele.
3. Solução do problema
Gugu tem 09 anos, freqüenta a 1º série da primeira etapa do ensino fundamental, apresenta Disritmia cerebral, agressividade, constante uso de medicamentos, dificuldade na motricidade fina, faz uso de fraldas, é descontraído, agitado, desmotivado e desatento, dificuldade na coordenação motora fina, na comunicação oral, no desenvolvimento cognitivo, na sociabilidade/afetividade.
A solução encontrada para a realização do Atendimento Educacional Especializado está pautada na nova concepção da educação especial, sustentada legalmente que é uma das condições para o sucesso da inclusão escolar para alunos com deficiência privilegiando o desenvolvimento e a superação de seus limites intelectuais, para que possam ultrapassar as barreiras impostas pelas deficiências.
No que se referem as suas potencialidades e como solução do problema é possível que Gugu possa:
- Desenvolver a coordenação motora fina com atividades voltadas à arte;
- Explorar jogos que envolvam funções psicológicas superiores como: memória, atenção, pensamento, linguagem, percepção.
- Desenvolver suas habilidades de comunicação utilizando: a CAA de baixa e tecnologia como: objetos reais, miniaturas, objetos espaciais, fotografias, símbolos gráficos.
- Preparação do ambiente escolar e sala de aula de forma adequada, como o respeito dos colegas para com Gugu, silêncio e tranqüilidade para a realização de suas atividades em sala; uso de metodologias de ensino adequado para que o aluno venha construir conhecimento para si mesmo e com a prática de utilização da CAA espera-se que o aluno amplie sua independência, e que passe a expressar o que deseja, elevando sua produtividade na escola, na família e na sociedade de modo geral propiciando melhores condições de aprendizado e elevação da alta estima, independência comunicativa o que é fundamental para que ele alcance o conhecimento acadêmico.
Tipo do problema
Disritmia cerebral, (DC) é um diagnóstico com alta prevalência no Brasil, pois os critérios usados para defini-la são bem heterogêneos, em conseqüência disso os termos (DC) são empregados em distintas condições. Tais como: deficiência mental, neurose, psicose, enxaqueca, disfunção cerebral mínima distúrbio comportamental, demência e principalmente epilepsia.
Características do aluno
Desenvolvimento Psicomotor: Dificuldade na coordenação motora fina,
Linguagem: Dificuldade na comunicação oral
Desenvolvimento cognitivo: Dificuldade de concentração, motivação, e atenção.
Sociabilidade/afetividade: Agressividade
Aprendizagem: Dificuldades de aprendizagem de conteúdos acadêmicos
Meio social/família: meio sócio econômico estável.
Potencialidades e dificuldades do aluno
Dimensões
Dificuldades
Potencialidades
Desenvolvimento Psicomotor
Coordenação motora fina.
Desenvolver a coordenação motora
Linguagem
Comunicação oral
Utilização de gestos
Desenvolvimento cognitivo
Concentração, desatento, agitado e desmotivado.
Desenvolver a atenção, concentração e motivação.
Sociabilidade/afetividade
Agressividade
Adquirir comportamento de interação social
Aprendizagem
Desenvolvimento das funções intelectuais
Pensamento ele tem bom raciocínio lógico.
Meio social/família
Meio sócio econômico estável
Disponibilidade e interesse da família.
Fatores que podem explicar a situação
Disritmia Cerebral é um transtorno do ritmo das ondas elétricas cerebrais frequentemente associados a estado epiléptico, caracteriza-se por episódios periódicos e transitórios, capazes de alterar o sistema nervoso central consequentemente manifesta-se no comportamento, nas emoções estadas de consciência e transtornos dos sentimentos. Mas deve-se levar em conta que a Disritmia Cerebral não é uma patologia que, portanto essas alterações comportamentais não devem ser associadas ao diagnóstico do aluno. Mas, geralmente, pessoa com Disritmia Cerebral apresenta dificuldade no aprendizado, em manter atenção, deficiência mental e crises epilépticas. Por isso no caso Gugu ele apresenta dificuldades de aprendizagem, comunicação, concentração, desmotivação, agressividade, interação e coordenação motora, porém, com utilização de boas estratégias pedagogas e TA e CAA é possível desenvolver muitas potencialidades e habilidades para que ele desenvolva e supere seus limites.
a) Objetivos
●Propiciar condições para que desenvolva habilidades de comunicação alternativa com a escola e sociedade:
●Desenvolver a coordenação motora fina:
●Preparar um ambiente escolar adequado e tranqüilo que leve o aluno a construir conhecimentos significativos para si mesmo, desenvolvendo a comunicação, atenção, motivação, concentração, sociabilidade e interação.
b) Atividades
Nesse momento o desafio do profissional do AEE é descrever várias situações reais que façam parte da rotina escolar do aluno Gugu apresentando alternativas e recursos que serão aplicados, para isso devem ser iniciados os trabalhos primeiramente com uma avaliação que buscará obter informações e conhecimentos sobre o aluno, suas potencialidades e habilidades esses são os principais requisitos para a introdução da CAA.
· Primeiramente espera-se que na escola de Gugu seja implantada sala de recursos multifuncional.
● O professor do AEE deve orientar o professor da sala comum para que este tenha certeza de como lidar com aluno que apresenta Disritmia Cerebral, sobre o que é como utilizar CAA como:
-prancha de comunicação pessoal será utilizada de imediato nas comunicações entre professora e colegas e todos profissionais da escola em especial para atender as necessidades de comunicação durante a realização das atividades pedagógicas desenvolvidas em sala de aula e na escola de modo geral, sem esquecer que este tipo de comunicação deve ser introduzido aos poucos para que Gugu e todos os demais envolvidos;
-Orientar a professora sobre as necessidades de adaptação, confecção, organização e aquisição de recursos que serão utilizados nas atividades a ser desenvolvidas na sala de aula;
●Orientar a família a respeito na utilização de TA e CAA e sua importância nas situações de aprendizagens;
● Explorar a memória e a concentração utilizando jogos e quebra cabeças:
● Trabalhar com conteúdo na área de arte para que o aluno possa desenvolver a coordenação motora fina, bem como procurar desenvolver a concentração do aluno com atividades de recorte, colagem, desenhos, pinturas, modelagem, escultura, entre outras atividades.
· Os demais recursos e acessórios serão introduzidos aos poucos, dependendo das necessidades, criatividades e objetivos desejados.
C) Ações e Estratégias a serem desenvolvidas:
Em relação ao aluno, à escola e à família devemos: propor estudo do caso e sensibilização a toda equipe escolar, alunos e familiares utilizando-se de palestras, seminários, dinâmicas de grupos, trocas de experiências com familiares que tenham filhos com deficiência. Essas atividades serão desenvolvidas pelos profissionais do AEE em parcerias com gestores para que saibam utilizar e aproveitar o recurso de comunicação em todos os momentos possíveis durante as reuniões pedagógicas e em eventos realizados pela escola;
Realizar encontros com informações tanto para a comunidade escolar (professores, familiares, alunos e demais funcionários) sobre a utilização e importância da Comunicação Alternativa.
Encontros entre a família e a equipe pedagógica da escola para realizar o acompanhamento do desenvolvimento do aluno, bem como, compartilhar informações médicas;
Conscientizar a equipe escolar e alunos de que Gugu é uma criança
capaz de desenvolver uma comunicação Alternativa e realizar as atividades escolares que forem oferecidas pensando no seu bem estar;
● Profissional do AEE juntamente com a equipe gestora deve disponibilizar profissional cuidador para auxiliar na higiene pessoal do aluno;
● Propiciar um ambiente silencioso, calmo, tranqüilo que promova maior desenvolvimento ao aluno;
· Realizar o AEE em horário contrário da sala de aula comum;
d) Recursos Materiais e Equipamentos:
Prancha de comunicação;
Cartões de comunicação;
Pasta de comunicação;
Mesa com símbolos
Avental de comunicação;
Porta documentos/cartões;
Álbuns de fotografias;
Agendas e calendários;
Livros construídos com simbologia da CAA;
Livros adaptados com a simbologia da CAA;
Livros de atividades confeccionados com a simbologia da CAA;
Jogos desenvolvidos com a simbologia da CAA;
Simbologia da CAA nas atividades educacionais;
e) Período
O trabalho proposto acontecerá durante todo o ano letivo, mas deverá ser observado, relatado, registrado e modificado freqüentemente, e/ou quando se fizer necessário reelaborar o plano de AEE de acordo com a necessidade.
d) Resultados esperado
O aluno se adéqüe ao uso dos recursos CAA;
Mudança de atitude por todo corpo docente para com o aluno e comprometimento profissional, disponibilidade para estudo do caso garantindo assim aprendizagem, socialização e superação de seus limites. Para isso deve-se registrar as mudanças observadas em relação ao aluno no contexto escolar. O que foi que contribuiu para as mudanças observadas. De que forma as ações do plano de AEE repercutiram no desempenho escolar do aluno.
O registro deve ser realizado por todos envolvidos no processo de ensino inclusivo, registrado no caderno de acompanhamento do professor, do coordenador do profissional do AEE através de registros e portifolio, contendo inicio da escolaridade, ações realizadas por todos, mudanças e os avanços e não avanços, objetivos alcançados e participação na sala de aula, desempenho nos ambientes da escola, aceitação da TA e CAA, acompanhamento familiar e compromisso e interesse de todo corpo docente envolvido.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Atividade do Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado
Historia da Educação a Distancia no Brasila
Realmente a historia da educação a distancia tem varias e diferentes opiniões de autores o que constata que a educação a distância tem uma longa história onde alguns autores dizem sua origem está nas experiências de educação por correspondência iniciadas no final do século XVIII e com largo desenvolvimento a partir de meados do século XIX (chegando atualmente a utilizar várias mídias, desde o material impresso a simuladores online com grande interação entre o aluno e o centro produtor, que é fazendo uso de inteligência artificial, ou mesmo de comunicação síncrona entre professores e alunos)
Hoje mais de 80 países, nos cinco continentes, adotam a educação a distância em todos os níveis de ensino, em programas formais e não formais, atendendo a milhões de estudantes. A educação a distância tem sido usada para treinamento e aperfeiçoamento de professores em serviço. Programas não formal de ensino têm sido largamente utilizados para adultos nas áreas da saúde, agricultura e previdência social, tanto pela iniciativa privada como pela governamental. No momento é crescente o número de instituições e empresas que desenvolvem programas de treinamento de recursos humanos através da modalidade da educação a distância. As Universidades Européias a Distância têm incorporado em seu desenvolvimento histórico as novas tecnologias de informática e de telecomunicação. Um exemplo foi o desenvolvimento da Universidade a Distância de Hagen, que iniciou seu programa com material escrito em 1975. Hoje, oferece material didático em áudio e videocassetes, videotexto interativo, e videoconferências. Tendências similares podem ser observadas nas Universidades Abertas da Inglaterra, da Holanda e na Espanha.
Mas, alguns autores destacam que o desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação década época.Primeira geração: Foi ensino por correspondência, caracterizada pelo material impresso iniciado no século XIX, em 1939, que surgiu o primeiro curso por correspondência, de Radio técnico. Segunda geração: Teleducação/Telecursos, com o recurso aos programas radiofônicos e televisivos, aulas expositivas, fitas de vídeo e material impresso. Nesta fase, por exemplo, destacaram-se a Telescola, em Portugal, e o Projeto Minerva, no Brasil;Terceira geração: Ambientes interativos, com a eliminação do tempo fixo para o acesso à educação, a comunicação é assíncrona em tempos diferentes e as informações são armazenadas e acessadas em tempos diferentes sem perder a interatividade. As inovações do World Wilde Web possibilitaram avanços na educação a distância nesta geração do século XXI. Hoje os meios disponíveis são: teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, weblogs, espaços wiki, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam interação multidirecional entre alunos e tutores.
No entanto outros autores como (Moore & Kearsley, 1996) “diz que a historia do Ensino a Distancia evoluiu a través de diversas gerações” como a partir da segunda metade do século XIX, que a EAD era realizada atreves do material impresso enviados pelos correios aos estudantes e no final da década de 1960 e inicio da década de 1970 os educadores começaram a experimentar o uso do rádio, televisão, audio tapes e que a primeira tecnologia que permitiu o EAD foi à escrita e logo depois surgiu o rádio, a televisão e mais recentemente o computador/internet como meio de comunicação que veio dar nova dinâmica ao ensino a distancia. O que nos tras de volta a ideia de que a evoluçao histórica da EAD tem varias e diferentes opiniões de autores
No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio Monitor, em 1939, e depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, várias experiências foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação à distância no Brasil, entretanto, a realidade brasileira já mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância em nosso país.
Hoje não podemos negar que a educação a distancia é uma modalidade de ensino de grande importância e que continua sendo discutidas nas ultimas décadas e renovada a cada dia, principalmente com relação às tecnologias de informação e comunicação que são as maiores aliadas da educação a distancia, pois o ensino a distancia é um metodologia de formação que ainda diserta muitas duvida no tocante a utilização e domínio das novas tecnologias de informação que constituem paramentos essenciais para estudar a distancia.
Então podemos dizer que a geração que estamos hoje é sem duvidas a era da tecnologia digital a serviço da educação.
Realmente a historia da educação a distancia tem varias e diferentes opiniões de autores o que constata que a educação a distância tem uma longa história onde alguns autores dizem sua origem está nas experiências de educação por correspondência iniciadas no final do século XVIII e com largo desenvolvimento a partir de meados do século XIX (chegando atualmente a utilizar várias mídias, desde o material impresso a simuladores online com grande interação entre o aluno e o centro produtor, que é fazendo uso de inteligência artificial, ou mesmo de comunicação síncrona entre professores e alunos)
Hoje mais de 80 países, nos cinco continentes, adotam a educação a distância em todos os níveis de ensino, em programas formais e não formais, atendendo a milhões de estudantes. A educação a distância tem sido usada para treinamento e aperfeiçoamento de professores em serviço. Programas não formal de ensino têm sido largamente utilizados para adultos nas áreas da saúde, agricultura e previdência social, tanto pela iniciativa privada como pela governamental. No momento é crescente o número de instituições e empresas que desenvolvem programas de treinamento de recursos humanos através da modalidade da educação a distância. As Universidades Européias a Distância têm incorporado em seu desenvolvimento histórico as novas tecnologias de informática e de telecomunicação. Um exemplo foi o desenvolvimento da Universidade a Distância de Hagen, que iniciou seu programa com material escrito em 1975. Hoje, oferece material didático em áudio e videocassetes, videotexto interativo, e videoconferências. Tendências similares podem ser observadas nas Universidades Abertas da Inglaterra, da Holanda e na Espanha.
Mas, alguns autores destacam que o desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação década época.Primeira geração: Foi ensino por correspondência, caracterizada pelo material impresso iniciado no século XIX, em 1939, que surgiu o primeiro curso por correspondência, de Radio técnico. Segunda geração: Teleducação/Telecursos, com o recurso aos programas radiofônicos e televisivos, aulas expositivas, fitas de vídeo e material impresso. Nesta fase, por exemplo, destacaram-se a Telescola, em Portugal, e o Projeto Minerva, no Brasil;Terceira geração: Ambientes interativos, com a eliminação do tempo fixo para o acesso à educação, a comunicação é assíncrona em tempos diferentes e as informações são armazenadas e acessadas em tempos diferentes sem perder a interatividade. As inovações do World Wilde Web possibilitaram avanços na educação a distância nesta geração do século XXI. Hoje os meios disponíveis são: teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, weblogs, espaços wiki, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam interação multidirecional entre alunos e tutores.
No entanto outros autores como (Moore & Kearsley, 1996) “diz que a historia do Ensino a Distancia evoluiu a través de diversas gerações” como a partir da segunda metade do século XIX, que a EAD era realizada atreves do material impresso enviados pelos correios aos estudantes e no final da década de 1960 e inicio da década de 1970 os educadores começaram a experimentar o uso do rádio, televisão, audio tapes e que a primeira tecnologia que permitiu o EAD foi à escrita e logo depois surgiu o rádio, a televisão e mais recentemente o computador/internet como meio de comunicação que veio dar nova dinâmica ao ensino a distancia. O que nos tras de volta a ideia de que a evoluçao histórica da EAD tem varias e diferentes opiniões de autores
No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio Monitor, em 1939, e depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, várias experiências foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação à distância no Brasil, entretanto, a realidade brasileira já mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância em nosso país.
Hoje não podemos negar que a educação a distancia é uma modalidade de ensino de grande importância e que continua sendo discutidas nas ultimas décadas e renovada a cada dia, principalmente com relação às tecnologias de informação e comunicação que são as maiores aliadas da educação a distancia, pois o ensino a distancia é um metodologia de formação que ainda diserta muitas duvida no tocante a utilização e domínio das novas tecnologias de informação que constituem paramentos essenciais para estudar a distancia.
Então podemos dizer que a geração que estamos hoje é sem duvidas a era da tecnologia digital a serviço da educação.
Dicas para receber na escola comum um aluno com Visão Subnormal
Trabalho especialização Tecnologia
No caso deste aluno seria necessário conhecer seu histórico familiar, escolar e clinico, porém como não temos conhecimento do caso apresentaremos abaixo uma simulação de um caso.
Caso
Gabriel nome ficticio é um garoto com visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo (baixa visão). Tem 8 anos ainda não esta alfabetizado e vem de uma família de classe social menos favorecida, locomove-se com certa dificuldade, interessa –se por noticias de jornal demonstrando ter compreensão dos fatos, apresenta dificuldade de interação e instabilidade emocional.
Devido á baixa visão e aparentemente o leve déficit cognitivo o trabalho a ser realizado com este aluno deve fundamentar-se no principio da estimulação, e utilização plena do seu potencial de visão e dos sentidos remanescentes, como também na superação de suas dificuldades cognitivas e emocional, visando a sua plena autonomia e independência.
A criança com visão subnormal devera ser submetida a uma avaliação clinica que determine como ela utiliza os resíduos visuais, Pois o resultado desta avaliação funcional vai oferecer as informações necessárias e essenciais da inclusão do deficiente visual no sistema regular de ensino.
Ações e estratégias a serem desenvolvidas com Gabriel ao iniciar sua escolaridade:
· Avaliação clinica da acuidade visual e déficit cognitivo;
· Informação - se o caso é progressivo ou não;
· Busca total parceria e conhecimento do seu contexto familiar;
· Preparar toda a escola e corpo docente para recebe - lo da melhor forma possessível este aluno;
O professor alfabetizador deve levar em consideração todos os aspectos de desenvolvimento de Gabriel a partir dos seguintes princípios:
Qual o grau de perda da visão e o cognitivo?
O que a criança sabe?
Que tipo de experiência teve anteriormente?
Que tipo de atividades lhes foram oferecidas?
O que lhe é significativo neste momento?
Qual o nível de envolvimento da família?
O professor deve ajudar a criança lidar com as frustrações que neste inicio serão muitas e motiva-lo a investigar, pesquisar construir novos significados. Isto irá reforçar sua identidade e construirá a base da futura aprendizagem.
Chegado o momento muito importante que é o de apresentar a escola ao Gabriel.
· Para que se torne independente é preciso que ele conheça sua escola em detalhes, como onde fica o banheiro, bebedouro, cantina porta, janelas, declínios, escadas e mobiliários sempre mostrando pontos de referencias, pistas tetais ou auditivas constantes e fixas é muito importante se algum mobiliário mudar deve-se avisar a aluno e ensinar a nova posição, pois ao fazer uso dos sentidos ele vai aprender a se locomover nos espaços com segurança.
Preparação da sala de aula, que é um dos ambientes mais importantes para a criança com baixa visão:
· Conhecer todo o espaço físico da sala de aula, localização de cada objeto, posicionar o aluno na sala de aula sempre bem enfrente ao quadro no centro da sala.
· Organizar as carteira de todos os alunos em fileiras na sala e orienta-lo a se locomover entre elas.
· A escola deve providenciar sistema de comunicação, adaptado as possibilidades do aluno; sistema Braille, tipo ampliado e recursos tecnológicos como:
Maquina Braille, reglete, punção, soroban, livro falado, lápis 6B, papel pauta dupla, recurso óptico, lupa, luminárias e etc.
· Adequação de material escrita de uso comum, tamanho das letras, relevo com textura softwares educativos em tipo ampliado, computador com sintetizador de voz e periférico ampliado,
Adequação dos objetivos e conteúdos:
· Adequar e enfatizar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação dando em vista a peculiaridade individual do aluno;
· Variar a temporalidade dos objetivos, conteúdos e critérios de avaliação considerando que o aluno com baixa visão pode atingir os objetivos do grupo em um período mais longo de tempo, porem deve-se enfatizar que essa suplementação não deve comprometer a qualidade de sua escolarização e sua promoção acadêmica.
· Finalmente e mais importante é que este aluno deve ter um acompanhamento educacional especializado realizado pelo profissional em Atendimento Educacional Especializado com atividades complementares e suplementares especificas de suas necessidades, implementadas de forma conjunta com o professor regente, com a família e os colegas e pelo professor especializado das salas de recursos e ou por meio do atendimento itinerante. Esse atendimento garantirá que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades do aluno com baixa visão orientando no Sistema Braille, orientação e mobiliários, utilização do Soroban, ajudas técnicas incluindo informática educativa adaptada e atividades de vida diária, autônoma e social.
No caso deste aluno seria necessário conhecer seu histórico familiar, escolar e clinico, porém como não temos conhecimento do caso apresentaremos abaixo uma simulação de um caso.
Caso
Gabriel nome ficticio é um garoto com visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo (baixa visão). Tem 8 anos ainda não esta alfabetizado e vem de uma família de classe social menos favorecida, locomove-se com certa dificuldade, interessa –se por noticias de jornal demonstrando ter compreensão dos fatos, apresenta dificuldade de interação e instabilidade emocional.
Devido á baixa visão e aparentemente o leve déficit cognitivo o trabalho a ser realizado com este aluno deve fundamentar-se no principio da estimulação, e utilização plena do seu potencial de visão e dos sentidos remanescentes, como também na superação de suas dificuldades cognitivas e emocional, visando a sua plena autonomia e independência.
A criança com visão subnormal devera ser submetida a uma avaliação clinica que determine como ela utiliza os resíduos visuais, Pois o resultado desta avaliação funcional vai oferecer as informações necessárias e essenciais da inclusão do deficiente visual no sistema regular de ensino.
Ações e estratégias a serem desenvolvidas com Gabriel ao iniciar sua escolaridade:
· Avaliação clinica da acuidade visual e déficit cognitivo;
· Informação - se o caso é progressivo ou não;
· Busca total parceria e conhecimento do seu contexto familiar;
· Preparar toda a escola e corpo docente para recebe - lo da melhor forma possessível este aluno;
O professor alfabetizador deve levar em consideração todos os aspectos de desenvolvimento de Gabriel a partir dos seguintes princípios:
Qual o grau de perda da visão e o cognitivo?
O que a criança sabe?
Que tipo de experiência teve anteriormente?
Que tipo de atividades lhes foram oferecidas?
O que lhe é significativo neste momento?
Qual o nível de envolvimento da família?
O professor deve ajudar a criança lidar com as frustrações que neste inicio serão muitas e motiva-lo a investigar, pesquisar construir novos significados. Isto irá reforçar sua identidade e construirá a base da futura aprendizagem.
Chegado o momento muito importante que é o de apresentar a escola ao Gabriel.
· Para que se torne independente é preciso que ele conheça sua escola em detalhes, como onde fica o banheiro, bebedouro, cantina porta, janelas, declínios, escadas e mobiliários sempre mostrando pontos de referencias, pistas tetais ou auditivas constantes e fixas é muito importante se algum mobiliário mudar deve-se avisar a aluno e ensinar a nova posição, pois ao fazer uso dos sentidos ele vai aprender a se locomover nos espaços com segurança.
Preparação da sala de aula, que é um dos ambientes mais importantes para a criança com baixa visão:
· Conhecer todo o espaço físico da sala de aula, localização de cada objeto, posicionar o aluno na sala de aula sempre bem enfrente ao quadro no centro da sala.
· Organizar as carteira de todos os alunos em fileiras na sala e orienta-lo a se locomover entre elas.
· A escola deve providenciar sistema de comunicação, adaptado as possibilidades do aluno; sistema Braille, tipo ampliado e recursos tecnológicos como:
Maquina Braille, reglete, punção, soroban, livro falado, lápis 6B, papel pauta dupla, recurso óptico, lupa, luminárias e etc.
· Adequação de material escrita de uso comum, tamanho das letras, relevo com textura softwares educativos em tipo ampliado, computador com sintetizador de voz e periférico ampliado,
Adequação dos objetivos e conteúdos:
· Adequar e enfatizar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação dando em vista a peculiaridade individual do aluno;
· Variar a temporalidade dos objetivos, conteúdos e critérios de avaliação considerando que o aluno com baixa visão pode atingir os objetivos do grupo em um período mais longo de tempo, porem deve-se enfatizar que essa suplementação não deve comprometer a qualidade de sua escolarização e sua promoção acadêmica.
· Finalmente e mais importante é que este aluno deve ter um acompanhamento educacional especializado realizado pelo profissional em Atendimento Educacional Especializado com atividades complementares e suplementares especificas de suas necessidades, implementadas de forma conjunta com o professor regente, com a família e os colegas e pelo professor especializado das salas de recursos e ou por meio do atendimento itinerante. Esse atendimento garantirá que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades do aluno com baixa visão orientando no Sistema Braille, orientação e mobiliários, utilização do Soroban, ajudas técnicas incluindo informática educativa adaptada e atividades de vida diária, autônoma e social.
conceito de Incluão X Integração
Conceito de inclusão e integração.
A integração é o processo que visa o estabelecimento de condições, da pessoa com deficiência e ou com necessidades educativas especiais de adaptar-se na sociedade, ou seja, a integração não favorece a todas as pessoas, mas somente as pessoas que possuem condições se integrar com modos de vida e condições semelhantes para todos na sociedade. Na escola a integração sugere o atendimento às diferenças individuais nas classes especiais visando à adaptação do aluno para o ensino regular, o que o contrario da inclusão.
A inclusão exige que o poder público e a sociedade em geral ofereçam condições necessárias para todos sem excluir. E na inclusão educacional é a escola que tem que se adaptar para atender as necessidades educacionais de todos os alunos, ou seja, o principio da inclusão é não deixar nem um aluno fora do ensino regular e para isso o sistema educacional deve se organizar e se adaptar par receber todas as demandas educacionais dos alunos
Acredito que as principais implicações práticas que os dois movimentos suscitaram no ambiente escolar foi o principio de igualdade, que na integração as pessoas com deficiências eram segregadas da vida em sociedades e a inclusão garante o direito de igualdade para todos.
E a minha escola aos poucos está conseguindo torná-la uma escola inclusiva, claro que ainda existem algumas resistências de professores que ainda não acreditam nas capacidades que esses alunos têm, mas em minha pratica meu objetivo é torná-los conscientes de que todos os alunos devem aprender juntos sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem. As escolas inclusivas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades, portanto acredito que dentro de bem pouco minha escola será uma escola totalmente inclusiva.
A integração é o processo que visa o estabelecimento de condições, da pessoa com deficiência e ou com necessidades educativas especiais de adaptar-se na sociedade, ou seja, a integração não favorece a todas as pessoas, mas somente as pessoas que possuem condições se integrar com modos de vida e condições semelhantes para todos na sociedade. Na escola a integração sugere o atendimento às diferenças individuais nas classes especiais visando à adaptação do aluno para o ensino regular, o que o contrario da inclusão.
A inclusão exige que o poder público e a sociedade em geral ofereçam condições necessárias para todos sem excluir. E na inclusão educacional é a escola que tem que se adaptar para atender as necessidades educacionais de todos os alunos, ou seja, o principio da inclusão é não deixar nem um aluno fora do ensino regular e para isso o sistema educacional deve se organizar e se adaptar par receber todas as demandas educacionais dos alunos
Acredito que as principais implicações práticas que os dois movimentos suscitaram no ambiente escolar foi o principio de igualdade, que na integração as pessoas com deficiências eram segregadas da vida em sociedades e a inclusão garante o direito de igualdade para todos.
E a minha escola aos poucos está conseguindo torná-la uma escola inclusiva, claro que ainda existem algumas resistências de professores que ainda não acreditam nas capacidades que esses alunos têm, mas em minha pratica meu objetivo é torná-los conscientes de que todos os alunos devem aprender juntos sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem. As escolas inclusivas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades, portanto acredito que dentro de bem pouco minha escola será uma escola totalmente inclusiva.
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