Historia da Educação a Distancia no Brasila
Realmente a historia da educação a distancia tem varias e diferentes opiniões de autores o que constata que a educação a distância tem uma longa história onde alguns autores dizem sua origem está nas experiências de educação por correspondência iniciadas no final do século XVIII e com largo desenvolvimento a partir de meados do século XIX (chegando atualmente a utilizar várias mídias, desde o material impresso a simuladores online com grande interação entre o aluno e o centro produtor, que é fazendo uso de inteligência artificial, ou mesmo de comunicação síncrona entre professores e alunos)
Hoje mais de 80 países, nos cinco continentes, adotam a educação a distância em todos os níveis de ensino, em programas formais e não formais, atendendo a milhões de estudantes. A educação a distância tem sido usada para treinamento e aperfeiçoamento de professores em serviço. Programas não formal de ensino têm sido largamente utilizados para adultos nas áreas da saúde, agricultura e previdência social, tanto pela iniciativa privada como pela governamental. No momento é crescente o número de instituições e empresas que desenvolvem programas de treinamento de recursos humanos através da modalidade da educação a distância. As Universidades Européias a Distância têm incorporado em seu desenvolvimento histórico as novas tecnologias de informática e de telecomunicação. Um exemplo foi o desenvolvimento da Universidade a Distância de Hagen, que iniciou seu programa com material escrito em 1975. Hoje, oferece material didático em áudio e videocassetes, videotexto interativo, e videoconferências. Tendências similares podem ser observadas nas Universidades Abertas da Inglaterra, da Holanda e na Espanha.
Mas, alguns autores destacam que o desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação década época.Primeira geração: Foi ensino por correspondência, caracterizada pelo material impresso iniciado no século XIX, em 1939, que surgiu o primeiro curso por correspondência, de Radio técnico. Segunda geração: Teleducação/Telecursos, com o recurso aos programas radiofônicos e televisivos, aulas expositivas, fitas de vídeo e material impresso. Nesta fase, por exemplo, destacaram-se a Telescola, em Portugal, e o Projeto Minerva, no Brasil;Terceira geração: Ambientes interativos, com a eliminação do tempo fixo para o acesso à educação, a comunicação é assíncrona em tempos diferentes e as informações são armazenadas e acessadas em tempos diferentes sem perder a interatividade. As inovações do World Wilde Web possibilitaram avanços na educação a distância nesta geração do século XXI. Hoje os meios disponíveis são: teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, weblogs, espaços wiki, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam interação multidirecional entre alunos e tutores.
No entanto outros autores como (Moore & Kearsley, 1996) “diz que a historia do Ensino a Distancia evoluiu a través de diversas gerações” como a partir da segunda metade do século XIX, que a EAD era realizada atreves do material impresso enviados pelos correios aos estudantes e no final da década de 1960 e inicio da década de 1970 os educadores começaram a experimentar o uso do rádio, televisão, audio tapes e que a primeira tecnologia que permitiu o EAD foi à escrita e logo depois surgiu o rádio, a televisão e mais recentemente o computador/internet como meio de comunicação que veio dar nova dinâmica ao ensino a distancia. O que nos tras de volta a ideia de que a evoluçao histórica da EAD tem varias e diferentes opiniões de autores
No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio Monitor, em 1939, e depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, várias experiências foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação à distância no Brasil, entretanto, a realidade brasileira já mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância em nosso país.
Hoje não podemos negar que a educação a distancia é uma modalidade de ensino de grande importância e que continua sendo discutidas nas ultimas décadas e renovada a cada dia, principalmente com relação às tecnologias de informação e comunicação que são as maiores aliadas da educação a distancia, pois o ensino a distancia é um metodologia de formação que ainda diserta muitas duvida no tocante a utilização e domínio das novas tecnologias de informação que constituem paramentos essenciais para estudar a distancia.
Então podemos dizer que a geração que estamos hoje é sem duvidas a era da tecnologia digital a serviço da educação.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Dicas para receber na escola comum um aluno com Visão Subnormal
Trabalho especialização Tecnologia
No caso deste aluno seria necessário conhecer seu histórico familiar, escolar e clinico, porém como não temos conhecimento do caso apresentaremos abaixo uma simulação de um caso.
Caso
Gabriel nome ficticio é um garoto com visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo (baixa visão). Tem 8 anos ainda não esta alfabetizado e vem de uma família de classe social menos favorecida, locomove-se com certa dificuldade, interessa –se por noticias de jornal demonstrando ter compreensão dos fatos, apresenta dificuldade de interação e instabilidade emocional.
Devido á baixa visão e aparentemente o leve déficit cognitivo o trabalho a ser realizado com este aluno deve fundamentar-se no principio da estimulação, e utilização plena do seu potencial de visão e dos sentidos remanescentes, como também na superação de suas dificuldades cognitivas e emocional, visando a sua plena autonomia e independência.
A criança com visão subnormal devera ser submetida a uma avaliação clinica que determine como ela utiliza os resíduos visuais, Pois o resultado desta avaliação funcional vai oferecer as informações necessárias e essenciais da inclusão do deficiente visual no sistema regular de ensino.
Ações e estratégias a serem desenvolvidas com Gabriel ao iniciar sua escolaridade:
· Avaliação clinica da acuidade visual e déficit cognitivo;
· Informação - se o caso é progressivo ou não;
· Busca total parceria e conhecimento do seu contexto familiar;
· Preparar toda a escola e corpo docente para recebe - lo da melhor forma possessível este aluno;
O professor alfabetizador deve levar em consideração todos os aspectos de desenvolvimento de Gabriel a partir dos seguintes princípios:
Qual o grau de perda da visão e o cognitivo?
O que a criança sabe?
Que tipo de experiência teve anteriormente?
Que tipo de atividades lhes foram oferecidas?
O que lhe é significativo neste momento?
Qual o nível de envolvimento da família?
O professor deve ajudar a criança lidar com as frustrações que neste inicio serão muitas e motiva-lo a investigar, pesquisar construir novos significados. Isto irá reforçar sua identidade e construirá a base da futura aprendizagem.
Chegado o momento muito importante que é o de apresentar a escola ao Gabriel.
· Para que se torne independente é preciso que ele conheça sua escola em detalhes, como onde fica o banheiro, bebedouro, cantina porta, janelas, declínios, escadas e mobiliários sempre mostrando pontos de referencias, pistas tetais ou auditivas constantes e fixas é muito importante se algum mobiliário mudar deve-se avisar a aluno e ensinar a nova posição, pois ao fazer uso dos sentidos ele vai aprender a se locomover nos espaços com segurança.
Preparação da sala de aula, que é um dos ambientes mais importantes para a criança com baixa visão:
· Conhecer todo o espaço físico da sala de aula, localização de cada objeto, posicionar o aluno na sala de aula sempre bem enfrente ao quadro no centro da sala.
· Organizar as carteira de todos os alunos em fileiras na sala e orienta-lo a se locomover entre elas.
· A escola deve providenciar sistema de comunicação, adaptado as possibilidades do aluno; sistema Braille, tipo ampliado e recursos tecnológicos como:
Maquina Braille, reglete, punção, soroban, livro falado, lápis 6B, papel pauta dupla, recurso óptico, lupa, luminárias e etc.
· Adequação de material escrita de uso comum, tamanho das letras, relevo com textura softwares educativos em tipo ampliado, computador com sintetizador de voz e periférico ampliado,
Adequação dos objetivos e conteúdos:
· Adequar e enfatizar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação dando em vista a peculiaridade individual do aluno;
· Variar a temporalidade dos objetivos, conteúdos e critérios de avaliação considerando que o aluno com baixa visão pode atingir os objetivos do grupo em um período mais longo de tempo, porem deve-se enfatizar que essa suplementação não deve comprometer a qualidade de sua escolarização e sua promoção acadêmica.
· Finalmente e mais importante é que este aluno deve ter um acompanhamento educacional especializado realizado pelo profissional em Atendimento Educacional Especializado com atividades complementares e suplementares especificas de suas necessidades, implementadas de forma conjunta com o professor regente, com a família e os colegas e pelo professor especializado das salas de recursos e ou por meio do atendimento itinerante. Esse atendimento garantirá que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades do aluno com baixa visão orientando no Sistema Braille, orientação e mobiliários, utilização do Soroban, ajudas técnicas incluindo informática educativa adaptada e atividades de vida diária, autônoma e social.
No caso deste aluno seria necessário conhecer seu histórico familiar, escolar e clinico, porém como não temos conhecimento do caso apresentaremos abaixo uma simulação de um caso.
Caso
Gabriel nome ficticio é um garoto com visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo (baixa visão). Tem 8 anos ainda não esta alfabetizado e vem de uma família de classe social menos favorecida, locomove-se com certa dificuldade, interessa –se por noticias de jornal demonstrando ter compreensão dos fatos, apresenta dificuldade de interação e instabilidade emocional.
Devido á baixa visão e aparentemente o leve déficit cognitivo o trabalho a ser realizado com este aluno deve fundamentar-se no principio da estimulação, e utilização plena do seu potencial de visão e dos sentidos remanescentes, como também na superação de suas dificuldades cognitivas e emocional, visando a sua plena autonomia e independência.
A criança com visão subnormal devera ser submetida a uma avaliação clinica que determine como ela utiliza os resíduos visuais, Pois o resultado desta avaliação funcional vai oferecer as informações necessárias e essenciais da inclusão do deficiente visual no sistema regular de ensino.
Ações e estratégias a serem desenvolvidas com Gabriel ao iniciar sua escolaridade:
· Avaliação clinica da acuidade visual e déficit cognitivo;
· Informação - se o caso é progressivo ou não;
· Busca total parceria e conhecimento do seu contexto familiar;
· Preparar toda a escola e corpo docente para recebe - lo da melhor forma possessível este aluno;
O professor alfabetizador deve levar em consideração todos os aspectos de desenvolvimento de Gabriel a partir dos seguintes princípios:
Qual o grau de perda da visão e o cognitivo?
O que a criança sabe?
Que tipo de experiência teve anteriormente?
Que tipo de atividades lhes foram oferecidas?
O que lhe é significativo neste momento?
Qual o nível de envolvimento da família?
O professor deve ajudar a criança lidar com as frustrações que neste inicio serão muitas e motiva-lo a investigar, pesquisar construir novos significados. Isto irá reforçar sua identidade e construirá a base da futura aprendizagem.
Chegado o momento muito importante que é o de apresentar a escola ao Gabriel.
· Para que se torne independente é preciso que ele conheça sua escola em detalhes, como onde fica o banheiro, bebedouro, cantina porta, janelas, declínios, escadas e mobiliários sempre mostrando pontos de referencias, pistas tetais ou auditivas constantes e fixas é muito importante se algum mobiliário mudar deve-se avisar a aluno e ensinar a nova posição, pois ao fazer uso dos sentidos ele vai aprender a se locomover nos espaços com segurança.
Preparação da sala de aula, que é um dos ambientes mais importantes para a criança com baixa visão:
· Conhecer todo o espaço físico da sala de aula, localização de cada objeto, posicionar o aluno na sala de aula sempre bem enfrente ao quadro no centro da sala.
· Organizar as carteira de todos os alunos em fileiras na sala e orienta-lo a se locomover entre elas.
· A escola deve providenciar sistema de comunicação, adaptado as possibilidades do aluno; sistema Braille, tipo ampliado e recursos tecnológicos como:
Maquina Braille, reglete, punção, soroban, livro falado, lápis 6B, papel pauta dupla, recurso óptico, lupa, luminárias e etc.
· Adequação de material escrita de uso comum, tamanho das letras, relevo com textura softwares educativos em tipo ampliado, computador com sintetizador de voz e periférico ampliado,
Adequação dos objetivos e conteúdos:
· Adequar e enfatizar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação dando em vista a peculiaridade individual do aluno;
· Variar a temporalidade dos objetivos, conteúdos e critérios de avaliação considerando que o aluno com baixa visão pode atingir os objetivos do grupo em um período mais longo de tempo, porem deve-se enfatizar que essa suplementação não deve comprometer a qualidade de sua escolarização e sua promoção acadêmica.
· Finalmente e mais importante é que este aluno deve ter um acompanhamento educacional especializado realizado pelo profissional em Atendimento Educacional Especializado com atividades complementares e suplementares especificas de suas necessidades, implementadas de forma conjunta com o professor regente, com a família e os colegas e pelo professor especializado das salas de recursos e ou por meio do atendimento itinerante. Esse atendimento garantirá que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades do aluno com baixa visão orientando no Sistema Braille, orientação e mobiliários, utilização do Soroban, ajudas técnicas incluindo informática educativa adaptada e atividades de vida diária, autônoma e social.
conceito de Incluão X Integração
Conceito de inclusão e integração.
A integração é o processo que visa o estabelecimento de condições, da pessoa com deficiência e ou com necessidades educativas especiais de adaptar-se na sociedade, ou seja, a integração não favorece a todas as pessoas, mas somente as pessoas que possuem condições se integrar com modos de vida e condições semelhantes para todos na sociedade. Na escola a integração sugere o atendimento às diferenças individuais nas classes especiais visando à adaptação do aluno para o ensino regular, o que o contrario da inclusão.
A inclusão exige que o poder público e a sociedade em geral ofereçam condições necessárias para todos sem excluir. E na inclusão educacional é a escola que tem que se adaptar para atender as necessidades educacionais de todos os alunos, ou seja, o principio da inclusão é não deixar nem um aluno fora do ensino regular e para isso o sistema educacional deve se organizar e se adaptar par receber todas as demandas educacionais dos alunos
Acredito que as principais implicações práticas que os dois movimentos suscitaram no ambiente escolar foi o principio de igualdade, que na integração as pessoas com deficiências eram segregadas da vida em sociedades e a inclusão garante o direito de igualdade para todos.
E a minha escola aos poucos está conseguindo torná-la uma escola inclusiva, claro que ainda existem algumas resistências de professores que ainda não acreditam nas capacidades que esses alunos têm, mas em minha pratica meu objetivo é torná-los conscientes de que todos os alunos devem aprender juntos sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem. As escolas inclusivas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades, portanto acredito que dentro de bem pouco minha escola será uma escola totalmente inclusiva.
A integração é o processo que visa o estabelecimento de condições, da pessoa com deficiência e ou com necessidades educativas especiais de adaptar-se na sociedade, ou seja, a integração não favorece a todas as pessoas, mas somente as pessoas que possuem condições se integrar com modos de vida e condições semelhantes para todos na sociedade. Na escola a integração sugere o atendimento às diferenças individuais nas classes especiais visando à adaptação do aluno para o ensino regular, o que o contrario da inclusão.
A inclusão exige que o poder público e a sociedade em geral ofereçam condições necessárias para todos sem excluir. E na inclusão educacional é a escola que tem que se adaptar para atender as necessidades educacionais de todos os alunos, ou seja, o principio da inclusão é não deixar nem um aluno fora do ensino regular e para isso o sistema educacional deve se organizar e se adaptar par receber todas as demandas educacionais dos alunos
Acredito que as principais implicações práticas que os dois movimentos suscitaram no ambiente escolar foi o principio de igualdade, que na integração as pessoas com deficiências eram segregadas da vida em sociedades e a inclusão garante o direito de igualdade para todos.
E a minha escola aos poucos está conseguindo torná-la uma escola inclusiva, claro que ainda existem algumas resistências de professores que ainda não acreditam nas capacidades que esses alunos têm, mas em minha pratica meu objetivo é torná-los conscientes de que todos os alunos devem aprender juntos sempre que possível, independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem. As escolas inclusivas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades, portanto acredito que dentro de bem pouco minha escola será uma escola totalmente inclusiva.
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